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quem eu fui nas vidas passadas

Um relato. Uma experiência. Consciência sobre as vidas passadas

De um jeito ou outro, nos questionamos sobre vidas passadas. Muitos acreditam, no entanto, outros não! Acredito que respeito deve ser a palavra-chave. Nem sempre vamos ter a mesma perspectiva perante assuntos mais espiritualistas como este, vidas passadas!

Isso incorre em vários aspectos que irão além do pensar e sim de você você caminha perante a sua vida.

Então se alguém lhe contar alguma vivência que não é compatível com seu pensar, a única coisa que precisa é: ter empatia e respeitar.

Não, você não precisa acreditar ou fingir acreditar, aliás, compartilhar diferentes formas do pensar também faz bem, amplia horizontes.

E se você está na outra ponta e quer compartilhar seu pensar, saiba que vai existir os que te apoiam, os que riem de ti, os que ignoram, os que sorriem e falam por trás…

Nossa, Scharlene, que visão pessimista!!

– Não, estou apenas sendo realista, porquê eu já passei por várias situações hilárias e sei do que estou falando…

Um reencontro de outras vidas

Num desses reencontros que essa vida me proporcionou, convivi lado a lado com um “amor” do passado e isso me proporcionou vivenciar vários sentimentos, tudo junto e misturado: uma paixão descontrolada, um “entender” muitos de meus pensamentos, a alegria de pensar que não estava louca porquê o homem que eu sonhava desde os 14 anos estava em minha frente, o sentimento de ser rejeitada, a frustração de me chamarem de louca…kkk

Foi realmente um turbilhão de sentimentos, confesso que me desequilibrei com esse “tudo junto e misturado”, porém, passado esta fase, claro que já harmonizada, em conclusão, fiz a lição de casa e absorvi os aprendizados que minha’lma necessitava.

Aprendizados sobre minhas vidas

Passeando em tempo-espaço com olhar para outras vidas, percebi minha luta constante para viver um amor. Nessa vida vim fazer um resgate importante, que transcende todos os amores vividos: o amor próprio! 🥰

Quando resgatamos este amor por nós mesmos, o “estar só” deixa de ser solidão e passa a ser solitude. Solitude nos fala sobre estar sozinho por opção e mesmo assim estar bem.

Só com amor próprio somos capazes de doar amor sem ilusões e sem cobranças, um sentimento livre de amarras, bem como, só com amor próprio permitimos que amor simplesmente aconteça!

Aprendizados com vidas passadas

Gosto muito do livro “Muitas Vidas, Muitos Mestres”, do psicoterapeuta Brian L. Weiss.
Weiss viu suas crenças e sua carreira virarem pelo avesso ao tratar de Catherine, uma paciente com fobias e ataques de ansiedade. Durante uma sessão de hipnose, ela falou de traumas sofridos em vidas passadas que pareciam ser a origem de seus problemas.


Acreditar ou não em vidas passadas é opção sua! E é isso que quero enfatizar, independente do que você acredita, foque na solução do problema.

Se não acredita, pense que estará acessando memórias registradas, sejam elas sonhos, seu inconsciente, informações e que ali existe respostas para problemas ou traumas e que com olhar de cura, poderá descobrir como ressignificar isso dentro de Você.

Sabe aquelas situações que constantemente se repetem e você fica uma sensação enorme de não ir para frente naquele assunto e você se pergunta: mas porquê?

Acessando seus registros, poderá descobrir se esses episódios já se repetiam antes, e qual foi a lição que faltou aprender nestas situações repetitivas.

Uma reflexão sobre vidas passadas!

logo ninfa do amor

Tempo e vidas, o futuro do passado

Será que existe o tempo?

Quando sentados, se olharmos a frente, seja em uma sala, jardim, praça, seja qual for o lugar, teremos uma vista, um retrato.  Esse retrato diz mais sobre o olhar do que sobre a própria paisagem. Um ponto de vista vê poucas dimensões e direções do mesmo fato, do mesmo ambiente.  Assim também os demais sentidos que fazem parte da nossa relação com o mundo, com o universo. As impressões que e são geradas nas interações seguem limites aprendidos e construídos ao longo das vivências. E o que falar sobre o tempo? Será o relógio exato como o tempo?

Pensar no tempo, além dos ponteiros

Interpretando a física em Albert Einstein, o espaço se comprime quando em aceleração, assim, o tempo se dilata. Isso implica na relação do tempo com a matéria. Tempo só existe do ponto de vista da matéria. Daí, uma chave para pensar espiritualidade.

Se o tempo não é fixo e depende da matéria, nossa mente está fora desses limites. Eis o convite, para ampliar nossa lógica, pois aprendemos a pensar pelos sentidos básicos, essa percepção da realidade é importante e as experiências vindas disso são nossa vida. Mas o aqui e agora ganha importância quando nos sensibilizamos para a realidade plena que foge nosso alcance.

A ideia de limite é mais forte do que percebemos os próprios limites. Por exemplo: Será que a ideia de aqui e agora cresce quando o passado e o futuro fazem parte do aqui e agora por inteiros?
Então por quê limitamos o presente em um recorte menor que nós mesmos?
Atravessamos do passado ao futuro imensurável, acreditando que o ponto zero, acreditando que a referência é nosso ponto de vista. Mas qual ponto de vista toca a realidade?

Hoje estou por demais reflexiva e meu desejo é que você também reflita!

Nesta vida têm me acontecido grandes reencontros de pessoas que fizeram parte de meu passado e agora fazem parte de meu presente e quizá estão em meu futuro….E qual das verdades tocam estes limites?

Se pensarmos que o passado, o presente e o futuro estão acontecendo agora, o quanto conseguimos influenciar em nossas vidas e escolhas!! Quantas curas podemos fazer?

Hoje, apenas um reflexão!

Deixo aqui a dica de um filme que inclusive já recomendei em outro post e que fala em outras percepção do tempo! Veja a Profecia Celestina.